Guia
Verificado nas fontes oficiais em 25/08/2026.
Para turismo, visitas a parentes, tratamento médico e viagens de negócios pontuais, o visto certo é o B1/B2 — emitido combinado para brasileiros, com validade de até 10 anos. Trabalhar ou estudar em curso acadêmico regular exige categorias específicas. E o tempo de permanência de cada viagem é definido pelo I-94, não pelo visto.
O governo americano emite muitas categorias de visto de não-imigrante, mas para a imensa maioria dos brasileiros a resposta é uma só: o B1/B2. O B1 é a parte de negócios — reuniões, conferências, feiras e negociações comerciais. O B2 é a parte de visitante — turismo, visita a parentes e amigos e tratamento médico. Para brasileiros, o consulado emite os dois combinados em um único visto, identificado como B1/B2. Na prática, você não precisa escolher entre um e outro: as férias da família, a visita a um parente que mora nos EUA e a feira do seu setor cabem no mesmo documento.
Validade do visto e tempo de permanência são coisas diferentes. O B1/B2 costuma ser emitido com validade de até 10 anos e múltiplas entradas, mas quem define quanto tempo você fica em cada viagem é o oficial de imigração na chegada, com o prazo registrado no I-94 — para turismo, costuma ser de até 6 meses. Ultrapassar essa data cancela o visto automaticamente e pode gerar proibição de reentrada de 3 a 10 anos.
A renovação usa o mesmo visto B1/B2 e o mesmo processo do visto novo: novo DS-160, nova taxa MRV e agendamento. A diferença é que, desde setembro de 2025, quem renova pode se qualificar para a dispensa de entrevista (drop-box no CASV): vale para adultos que já tinham 18 anos quando o visto anterior foi emitido, com o processo finalizado em até 12 meses do vencimento do visto anterior e sem negativas ou bandeiras consulares no histórico. Crianças, adolescentes e idosos não têm mais dispensa por idade — em regra, todos passam por entrevista presencial.
A única taxa obrigatória do governo é a MRV, de US$ 185 por pessoa, paga em reais pela taxa consular do dia — ela não é reembolsável em nenhuma hipótese e é sempre separada do valor de uma eventual assessoria. O DS-160 é gratuito e agendar não custa nada. O caminho é: preencher o DS-160, criar conta no portal oficial AIS, pagar a MRV, agendar a entrevista e, nas cidades com CASV (São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília), agendar a biometria para pelo menos 1 dia antes. Recife e Porto Alegre têm apenas CED — lá a biometria é coletada no próprio consulado, no dia da entrevista. Como a análise consular é individual, o ponto de partida que faz diferença é entender o seu perfil: é exatamente isso que a análise de perfil da assessoria da Orange faz antes de qualquer envio ao consulado.
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A aprovação do visto é decisão exclusiva do consulado americano. Confirme sempre na fonte oficial. Veja também as perguntas frequentes.